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    <title>Tudo Sobre Inteligência: Artigos</title>
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    <description>Alimentação RSS para a lista Artigos.</description>
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      <title>O sentido das previsões</title>
      <link>http://www.plugar.com.br/tudo-sobre-inteligencia/Lists/Artigos/DispForm.aspx?ID=42</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Autor:</b> Fabiane Castro</div>
<div><b>Data de Criação:</b> 9/9/2010</div>
<div><b>Corpo:</b> <div class=ExternalClassB457DC91FC23424B8C506B8990D0C36A><div>Decidir é uma atitude que geralmente é antecedida de projeções.  As expectativas acompanham  os processos que nos conduzem para a tomada de decisão. Nesse sentido, afim de prevermos as consequências de tais decisões, reunimos informações, construímos cenários,  e calculamos possíveis impactos. Logicamente, na tentativa de prevermos, não está garantido o resultado de sermos certeiros em nossas previsões. No entanto, quando nos colocamos nessa postura de pelo menos projetar um resultado, estamos aliando elementos que motivam nossas ações para alcançarmos objetivos. Entre esses elementos , podemos destacar:</div>
<div><br><strong>Informação -</strong> Tentar prever algo, sem o mínimo de informação é como fazer  “adivinhações” – movidos apenas pela mera intuição. Não que a intuição tenha que ser desprezada, mas acrescentar  à ela  bases consistentes de conteúdos que possam ser relacionados e que formam um contexto plausível de acordo com a realidade que vivenciamos e com a relidade que projetamos. Se adivinharmos, somos sortudos. Se prevermos, temos conhecimento transformado em cenário.  É por isso que prever supera a adivinhação, pois reúne informações que são matérias-primas para a construção de conhecimento.</div>
<div><br><strong>Planejamento -</strong> Quando utilizamos o planejamento em nosso processo de previsibilidade, fica mais fácil ajustarmos novas realidades às previsões iniciais e assim, redesenharmos novas perspectivas. Isso também sugere que as previsões podem mudar, pois as mudanças fazem parte do nosso dia a dia. A entrada de um novo player no mercado, o lançamento de um produto, a troca de governo, etc. São acontecimentos que alteram muitas previsibilidades. Nesse sentido, tanto na vida pessoal como profissional, o planejamento permite uma flexibilidade para adaptarmos novas premissas, motivadas pelos acontecimentos que exigem novos direcionamentos.</div>
<div><br><strong>Análise -</strong> Organizar as informações e adaptá-las ao planejamento estabelecido requer uma análise criteriosa dos conteúdos relevantes ao foco da previsão pretendida. Assim, analisar o que se passa no ambiente que estamos inseridos, observar os movimentos que possam representar novas pistas que nos conduzem a possíveis conclusões sobre determinado assunto e separar o que é útil ao nosso objetivo neste processo, são aspectos importantes a serem valorizados.</div>
<div><br>Especialistas e organizações buscam  cada vez mais formas de preverem acontecimentos. Por que isso é tão importante? Porque se trata de vida, de negócios, de rumos. Prever é pensar o futuro,  agir no presente e também arriscar-se. Se pudéssemos prever muitas das realidades que já vivenciamos, a vida seria muito diferente e provavelmente nós também seríamos diferentes. Certo? Nem sempre.  </div>
<div><br>Pare para pensar quantas vezes você viu um amigo em determinada situação e o alertou sobre o melhor caminho a seguir. Lembre-se de  quantas vezes você disse ou pensou em dizer:  “eu falei que isso não daria certo! Não falei!?”. Quantas vezes você previu que o seu time ganharia ou perderia uma partida, analisando chances, desempenho e capacidade técnica dos jogadores? Com base em algum conhecimento, frequentemente fazemos previsões, em maiores ou menores proporções. Que tal realizarmos tais projeções de forma consciente em nossas vidas pessoais e profissionais e ainda, contarmos com o auxílio de ferramentas que facilitam esse processo? Logicamente,  é um desafio. Vamos errar e acertar, mas a experiência é válida por permitir um autoconhecimento sobre o ambiente à nossa volta e também sobre nós mesmos.  Vale lembrarmos que as previsões carregam sua utilidade prática quando são acompanhadas de atitudes. Prever e não fazer é o mesmo que parecer e não ser. As previsões são válidas para motivarem nossas atitudes. </div>
<div> </div>
<div>* Fabiane Castro é jornalista do CIP - Centro de Inteligência Plugar</div></div></div>
<div><b>Abstract:</b> <div class=ExternalClass8B6B81C8545D410589564759E9B2B753><div> </div></div></div>
]]></description>
      <author>SKYTRAIN\sp_user_jornalismo</author>
      <pubDate>Thu, 09 Sep 2010 13:49:42 GMT</pubDate>
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