Tecnologia permite automatizar processos de Inteligência

Muitas empresas, devido à necessidade de encontrar retornos eficientes para a construção de planos de negócio qualificados e ações efetivas no mercado, são atraídas pelo grande volume de dados internos e externos à organização. No entanto, converter dados em informação e, na sequência, essas informações em conhecimento estratégico, não é uma tarefa fácil. Por isso, hoje, é possível contar com o apoio de especialistas em Inteligência, capacitados para ajudar em tomadas de decisões mais precisas e, com o auxílio da tecnologia, automatizar os processos de Inteligência para que os retornos sejam realmente qualificados.

Existem recursos tecnológicos que permitem às empresas estarem ainda mais próximas de ações de sucesso. São ferramentas que atuam em conjunto com o trabalho dos profissionais e os ajudam a acompanhar as movimentações do mercado, a estarem alinhados com as mudanças de comportamento dos concorrentes, entenderem como a marca está sendo percebida pelos consumidores e também a se manterem por dentro das informações que circulam dentro da companhia.

 

A automação no ciclo de Inteligência

Considerando um processo de Inteligência, composto por quatro etapas: planejamento, coleta, análise e disseminação, em cada uma delas a tecnologia pode estar presente e tornar o trabalho mais ágil e eficiente. Na prática, os recursos tecnológicos são bastante úteis para auxiliar os profissionais de Inteligência a compreender os problemas de negócio da organização e encontrar as soluções certas, mesmo em situações em que a demanda exija análises mais profundas.

Na etapa de planejamento, o objetivo principal é encontrar informações para compor o que chamamos de radar de Inteligência. Ou seja, é preciso coletar as necessidades do negócio. A tecnologia, neste caso, entra em cena no momento de aproximação com o decisor. Por meio de formulários de pesquisa eletrônicos, é possível saber o que os executivos da empresa estão buscando melhorar ou mudar. É um jeito simples e prático de recolher essas informações e avançar para a próxima fase do processo – assim como existem maneiras complexas de coleta de dados que podem se tornar mais fáceis com o auxílio da automação.

Por meio do Big Data Analytics é possível automatizar alguns procedimentos, como o de monitorar o comportamento do decisor em uma rede social interna, compreender os assuntos em que ele está mais engajado e, assim, ter uma visão dos seus interesses para então saber o que precisa ser executado nas etapas seguintes do ciclo. Esse é um trabalho analítico, no qual as informações são coletadas, armazenadas e interpretadas por softwares de alto desempenho, facilitando o entendimento dos especialistas.

A segunda etapa é a de coleta, onde são encontradas informações relevantes e confiáveis para análise e produção de Inteligência. Os dados podem estar tanto em fontes primárias – como em entrevistas realizadas com clientes, fornecedores e até mesmo com a concorrência, declarações do presidente de uma companhia, dados governamentais, relatórios anuais, entre outras fontes de informações que não são editadas ou alteradas – quanto em fontes secundárias, entre elas: livros, jornais, bases de dados e outras, que são fáceis de serem encontradas e, muitas vezes, funcionam como a única opção para obter informações sobre determinado assunto.

Nesta fase, os robôs são o principal recurso tecnológico usado para a captura de dados e automatização do processo. O melhor caminho para usar essa tecnologia está em definir um mapa das fontes a serem monitoradas e estruturar a metodologia a ser aplicada em cada base de coleta, acionando rede de coletores e robôs automatizados. Com isso, é possível recolher informações tanto internas, nas mídias internas da empresa, quanto externas à organização.

Com as informações em mãos, entramos na fase de análise. Aqui é preciso ter cuidado com relação ao tipo de informação e a profundidade da demanda. Quando falamos em um grande volume de informações não-estruturadas, o trabalho de interpretação passa a ser minucioso e o especialista acaba não usando recursos tecnológicos. Agora, quando falamos em análises menos complexas, como uma comparação de dados, por exemplo, a tecnologia pode ajudar. No caso de um comerciante que deseja avaliar o preço de seus produtos, é possível fazer uma coleta dos preços oferecidos pelos concorrentes, cruzar os dados, gerar análises automáticas e, a partir dos resultados, verificar de maneira ágil a melhor estratégia para o negócio: manter um preço médio, aumentar ou diminuir os valores.

A última etapa do ciclo é a de disseminação, fundamental para convencer o cliente a comprometer-se com o que foi estabelecido na análise. Ou seja, esse é o momento de mostrar os resultados de tudo que foi planejado, coletado e analisado, reforçar a qualidade das informações, apresentar cenários e contextos de Inteligência que podem ser explorados pelo decisor e recomendar ações. Portanto, assim como na fase de análise, usar a automação para a disseminação é melhor em casos mais simples, como no caso de mostrar dados comparativos. Afinal, somente um profissional tem o poder de revelar toda a ciência aplicada por trás dos resultados.

Você já havia parado para pensar nos benefícios da tecnologia para automação de processos e para o trabalho dos especialistas em Inteligência? Ao usar os recursos tecnológicos corretos na hora certa, é possível ter resultados sempre melhores.

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