O impacto da Inteligência Artificial nas práticas de Inteligência de Mercado

materiais-ativacao-03A Inteligência Artificial (IA), ou a ciência que tem como meta criar ou multiplicar a capacidade de raciocinar das máquinas, vem reinventando a maneira de operar das organizações. Isso porque os avanços nessa área são exponenciais e estão gerando equipamentos capazes de simular a capacidade racional do ser humano.

Ou seja: a IA já não é mais uma tendência e mais do que nunca é necessário estar atento às suas aplicações.

Nesse cenário, quando falamos de Inteligência de Mercado, a chegada da AI, tem alto impacto. Isso porque, diante da velocidade com que novos dados são gerados, não há mais capacidade humana que dê conta de processá-los em tempo hábil.

 

Inteligência Artificial

A Inteligência Artificial nada mais é do que um recurso tecnológico que propõe a elaboração de diferentes dispositivos capazes de simular o raciocínio humano. A ideia é que os computadores e softwares não sigam apenas rotinas pré-programadas, mas sejam capazes de perceber e aprender a partir de algoritmos baseados em probabilidade. Compreender significados por meio de uma grande quantidade de informações é a sua principal característica, aquela que permite as máquinas tomarem decisões e resolverem problemas.

Quando vemos robôs interpretando ou reproduzindo o comportamento humano, eles estão agindo a partir das técnicas de IA. Assim funcionam os chatbots, por exemplo. Usados, em sua maioria, para facilitar a comunicação entre clientes e empresas. São softwares de comunicação automática que, por meio da IA, simulam um bate-papo, realizando uma troca de mensagens com os consumidores. Além de fazer parte do processo de atendimento ao consumidor, os bots também servem para coletar dados dos usuários com o objetivo de personalizar a experiência do cliente e potencializar as vendas da empresa.

 

Machine Learning

Para entender melhor como a Inteligência Artificial consegue atingir níveis altíssimos de interpretação de dados é preciso conhecer uma das suas técnicas: o machine learning, ou aprendizagem de máquinas. Podemos dizer que essa é uma evolução do estudo de reconhecimento de padrões, em que os próprios computadores e softwares usam algoritmos para analisar informações e aprender com elas.

No varejo, essa é uma prática comum. As empresas armazenam dados e, depois de certo tempo de maturação, identificam perfis de comportamento com base nas ferramentas de Inteligência Artificial e seus algoritmos, descobrindo os hábitos, gostos e estilo de vida dos consumidores. A partir disso, conseguem oferecer produtos e serviços de acordo com o que eles procuram.

A Amazon funciona como um grande exemplo nessas horas. A empresa de Jeff Bezos consegue recomendar produtos aos consumidores antes mesmo que eles saibam que os desejam. Isso porque ela usa técnicas de Machine Learning tornando-se capaz de incluir dados não estruturados ao banco de dados da empresa, como detalhes de pagamento, endereços e históricos de compra de seus clientes.

 

IA e a Inteligência de Mercado

Como podemos ver, a Inteligência Artificial mudou totalmente a forma como as empresas interagem com os consumidores e a maneira como se interpreta dados. Por isso, dizemos que ela é a principal responsável pela grande revolução da Inteligência de Mercado. No entanto, diferentemente do que muitos acreditam, ela não é o fim do processo de interpretação, mas o meio pelo qual é possível alcançar as melhores informações e soluções de negócio: os sistemas inteligentes, ao assumir “pequenas decisões” com base na análise dos usuários, acabam apenas facilitando a percepção do ambiente para que depois a Inteligência de Mercado seja usada de maneira eficiente.

Conforme passa o tempo, as máquinas ficam mais inteligentes e captam, organizam e interpretam dados de forma muito eficaz, o que se torna uma vantagem para a atividade humana que existente por trás das aplicações de IA. Todo insight gerado passa a servir como uma informação certeira na mão dos especialistas inteligência. Afinal, não basta ter apenas dados em mãos, é preciso mais. É necessário contextualizar as informações para que elas sirvam de suporte à inovação.

Portanto, agora é preciso – mais do que nunca – entender que as tecnologias e as capacidades cognitivas do ser humano funcionam de forma conexa. Na realidade, elas estão mais próximas do que se imagina, permitindo que as empresas alcancem sucesso em um mundo cada vez mais digital.

Gostou do artigo? Então saiba mais sobre inteligência de dados lendo as publicações do blog. Confira também a diferença entre Inteligência Competitiva e Inteligência de Mercado!

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